
A negociação envolvendo a compra da Saturn pela Penske, que atualmente era de propriedade da General Motors fracassou, gerando infelizmente o fim da Saturn, já que a GM não tem mais interesse e nem condições de bancar a companhia.
O anuncio oficial foi feito nessa quarta-feira (1 de outubro) pela GM através de seu CEO, Fritz Henderson: “Esta notícia é muito decepcionante e vem após meses de trabalho árduo por centenas de funcionários dedicados e varejistas de Saturno, que tentou fazer da Saturno uma nova realidade.”
De acordo com Roger Penske, proprietário da companhia, a decisão foi tomada devido à incapacidade de fonte de novos produtos, e que a empresa conclui que os riscos e incertezas relacionados com a disponibilidade de produtos futuros proibiram a sociedade de avançar com esta operação.
Dessa forma, em suas negociações, a Penske já estava em consenso com a GM e seus varejistas, onde já haviam entrado em acordo pra receber 350 concessionárias e 13.000 funcionários da Saturn. A companhia ja havia comercializado desde 1990 mais de 4 milhões de veículos e provavelmente se despedirá com os veículos Sky e Aura.
Fonte: Autoweek

Como publicamos anteriormente, a General Motors procurava compradores para o Saturn e a Saab. E parece que a companhia americana esta perto de sacramentar a venda da Saturn para a Penske Auto Group.
Nessa sexta feira a companhia poderá anunciar oficialmente o acordo com o empresário Roger Penske. Atualmente a Penske possui a segunda maior rede de concessionárias nos Estados Unidos, e com esse compra ela pretende entrar em acordo com diferentes construtores, como a GM e a Renault, pra poder distribuir também seus automóveis nas concessionárias Saturn, desenvolvendo uma carteira da marca.
Os planos da GM é que, após o processo de reformulação, a companhia fique com apenas quatro das oito companhias que eram de sua propriedade. Dessa forma a GMC, Chevrolet, Cadillac e Buick serão mantidas, enquanto que a Saab, Saturn, Pontiac e Hummer, serão ou já foram comercializadas, no caso da Hummer.
Fonte: Globalmotors
Após a venda da Opel e o acerto de venda da Hummer, a General Motors pretende agora vender também a Saab e a Saturn até o ultimo trimestre desse ano.
Segundo a companhia americana, existem no momento 16 partes interessadas na compra da Saturn e três na sueca Saab. E enquanto isso, a GM espera um definição por parte dos atuais pretendentes da Saturn, selecionando os potenciais compradores da lista dos atuais 16 pretendentes.
A venda da Saab é questão de tempo e a mais eminente de acontecer. Ela conta com uma proteção contra falência ate o dia 20 de agosto, e caso ainda não seja feito sua venda, depois desse prazo necessitara de um extensão do prazo. Segundo as últimas informações, a GM tem a esperança de encontrar um licitador antes do termino dessa data.
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A General Motors emitiu um comunicado dizendo estar recebendo diversas ofertas de venda de sua subsidiária Saturn.
A companhia americana, que tem ate o dia 1º de junho pra apresentar seu novo plano de viabilidade ao governo norte americano, pra não entrar na proteção do capitulo 11 da Lei de Falências americana, o que seria equivalente a concordata. Pra evitar riscos disso ocorrer, a GM contratou a empresa em consultoria J. Girsky & Co, pra ajudá-la a fechar um negocio o mais cedo possível.
Ainda não esta claro como será o acordo que qualquer comprador conseguira com a GM pela companhia. Atualmente todos os Saturns compartilham suas plataformas, e são construídos atualmente na fábrica GM, junto com outros produtos da companhia.
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Em entrevista ao jornal canadense “ The Globe and Mail”, o chefão da Fiat, Sergio Marchionne, disse que a parceria com a Chrysler só irá se concretizar se a montadora americana fizer corte de custos trabalhistas. Marchionne afirma que se a Chrysler não obtiver sucesso com as negociações com os sindicatos, principalmente com o sindicato dos metalúrgicos do Canadá, a Fiat irá desistir da aliança.
Segundo Marchionne é fundamental que a Chrysler feche um acordo junto com os trabalhadores e o sindicato, alinhando os custos com os funcionarios da montadora norte-americana aos dos funcionários das montadoras alemãs e japonesas nos dois países. Marchionne ainda diz que as negociações com a empresa norte-americana tem 50% de acontecer dando justificativa a paralisação no progresso das negociações entre a Chrysler, os sindicatos e os funcionários da empresa.
Para que o acordo entre Chrysler e Fiat saia do papel é necessário que os funcionários da Chrysler nos EUA e no Canadá aceitem o corte de custos estipulados pela montadora americana para mantê-los na empresa.
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