
Esse carro construído por estudantes da Universidade Karlshue de Ciências Aplicadas não precisa ser recarregado para andar. Mas então como ele se move?
Basicamente, toda a energia dele é retirada da estrada, que possui pequenas estruturas de metal que transmitem eletricidade.
Por enquanto o veículo ainda é pequeno e muito lento – consegue chegar apenas a 50 km/h – mas já é um grande avanço. Como os testes foram um sucesso, os inventores do veículo agora estão tentando deixá-lo mais leve e reduzir o seu consumo de energia.
Fonte: Hypescience

Em um anúncio feito no último sábado, Sebastian Thrun, Engenheiro de Software no Google, revelou detalhes de um projeto pioneiro de “piloto automático” no qual tem permitido que uma frota de carros do Google possa se auto dirigir. Sem nenhuma notícia de carro batido ou algo assim, os testes iniciais provaram ser um sucesso.
“Nós temos desenvolvido uma tecnologia para os carros que podem se auto-dirigir. Nossos carros, automatizados e tripulados por operadores treinados, podem partir do nosso campus em Mountain View para o nosso escritório de Santa Mônica, em Hollywood Boulevard. Em resumo, nossos carros podem se auto-conduzir e já têm registrado mais de 140.000 milhas (aproximadamente 225.000 Km). Esta é a nossa primeira pesquisa em robótica“.
“Nossos carros automatizados usam câmeras de vídeo, sensores de radar e um telêmetro a laser para ‘ver’ outros veículos, bem como mapas detalhados (que coletamos com veículos conduzidos manualmente [Street View?]) para navegar na estrada. Isso tudo é possível graças a centros de dados do Google, que pode processar uma enorme quantidade de informações recolhidas pelos nossos carros enquanto mapeamos o terreno” explicou o Googler.
Fonte: Google Discovery

Quando o assunto é segurança ao dirigir, o bom estado dos faróis e a conservação das lâmpadas utilizadas é uma preocupação essencial para os motoristas. Isso porque o sistema de iluminação de um carro é o que permite com que ele veja e seja visto pelos demais motoristas.
Nesse sentido, é muito importante que os condutores saibam como fazer a regulagem correta dos faróis, pois um farol desregulado não ilumina adequadamente a rodovia ou ainda pode causar ofuscamento, perda de visão momentânea, no condutor do veículo que transita em sentido contrário.
Pensando na segurança dos motoristas e pedestres brasileiros, Cirilo Moscatelli, gerente nacional de vendas da OSRAM, elaborou um conjunto de dicas importantes sobre regulagem de faróis, como forma de alertar os condutores sobre a importância de uma boa iluminação durante as viagens.
1. Estacione o veículo sobre uma superfície plana, com a frente paralela a uma parede, a uma distância mínima de cinco metros
2. Trace uma linha horizontal na parede que fique na mesma altura do centro do farol do chão

A bateria tem a função de fornecer energia ao motor de partida e ao sistema de ignição do automóvel, além de alimentar todo o sistema elétrico quando o motor está desligado. A durabilidade de uma bateria depende da qualidade do produto e também do cuidado do motorista com o automóvel. Se a bateria for de boa qualidade e se o sistema elétrico passar por manutenções preventivas, ela pode durar até cinco anos ou mais.
Para aumentar a durabilidade da bateria , a primeira orientação é garantir que o sistema elétrico do veículo esteja em boas condições, nas especificações determinadas pelo fabricante e, especialmente, que seja compatível com a capacidade do alternador.
Outro componente fundamental para a durabilidade da bateria é o regulador de tensão do alternador, que, além de outras funções, controla a quantidade de energia que deve ser fornecida pelo alternador para a correta recarga da bateria.
O motorista também deve evitar ações que geram a descarga profunda da bateria, como, por exemplo, manter os faróis, som ou luzes internas ligados, enquanto o veículo está desligado. Outra orientação é não deixar o veículo por vários dias sem funcionamento, pois, mesmo nessa condição, a bateria continua fornecendo energia ao sistema elétrico do automóvel, como por exemplo, unidades de comando, alarme, etc.
Acionado pelo motor por meio de uma correia, o alternador - que é a central elétrica do veículo - transforma a energia mecânica em energia elétrica necessária para carregar a bateria e alimentar todos os componentes, como o sistema de ignição, injeção e os demais equipamentos elétricos. Não há um tempo pré-determinado para a troca ou substituição do componente; isso varia de acordo com a utilização (tempo que o motor fica ligado) e condições de uso do carro.
Para aumentar a durabilidade do alternador o ideal é verificar sempre o estado de conservação das correias e das polias, e substituí-las quando necessário. Quando for necessário fazer a troca, a Bosch sugere não utilizar peças de baixa qualidade, pois estas podem prejudicar o funcionamento e a durabilidade do equipamento.
Fonte: In Press

As velas e os cabos de ignição em perfeito funcionamento são fundamentais para garantir o desempenho do veículo, a economia de combustível e o controle da emissão de poluentes. Para isso, a NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, recomenda que a troca das peças deve ser realizada por meio de ferramentas específicas e com profissionais de confiança, evitando o desgaste prematuro de outros componentes do carro.
O primeiro passo para a substituição dos cabos de ignição é a escolha do modelo indicado para cada motor, informação indicada no manual do fabricante ou na tabela de aplicações da NGK. O mecânico também precisa observar a ordem correta dos cabos, de acordo com a sequência da ignição, e no momento de conectar os cabos nas velas, pressionar os terminais, garantindo o encaixe. Quando realizado de forma incorreta, procedimento pode resultar na falha de ignição e ocasionar o “flash over” (detalhe na ilustração).
O aperto da vela de ignição é uma etapa que também deve ser realizada adequadamente, de acordo com o torque especificado na tabela de aplicação, pois a falta de aperto pode causar um super aquecimento e o aperto excessivo provoca a ruptura da vela. Outro detalhe importante na instalação é o posicionamento da chave de vela. A chave de vela deve ser posicionada corretamente para evitar possíveis danos à rosca ou trincas internas ou externas no isolador.
Continuar lendo: NGK orienta sobre a correta forma de instalação dos cabos e velas de ignição
O amortecedor é um dos principais itens de segurança do veículo, pois controla a movimentação das molas da suspensão e mantém os pneus em contato permanente com o solo, proporcionado estabilidade e boa dirigibilidade. A cada quilômetro rodado, o equipamento é acionado, aproximadamente, 2.600 vezes. Além disso, contribui diretamente para o conforto dos ocupantes.
Todo amortecedor possui fluido de origem mineral e composição específica em seu interior, além de gás. É o tipo de gás utilizado que os diferencia. São chamados de hidráulicos quando levam oxigênio e de pressurizados quando são preenchidos com nitrogênio injetado a baixa pressão. “A maioria dos carros atuais é equipada com amortecedores pressurizados, pois proporcionam melhores níveis de estabilidade, conforto e segurança”, diz Juliano Caretta, Instrutor de Treinamento Técnico da Monroe.
Os amortecedores também se diferenciam por sua montagem. Os mais comuns são os estruturais, presentes nas suspensões MacPherson. Eles são fixados na coluna e fazem parte da estrutura do veículo, sustentando os sistemas das rodas. Há dois tipos de amortecedores estruturais: os de estrutura cartuchável, que permitem a substituição apenas do “refil” da peça no momento da troca e os de estrutura selada, que requerem a substituição de todo o equipamento.
Com 230cv de potência e apenas 700kg, já contando combustível, óleo, fluidos e o piloto devidamente preparado para a corrida, o Spyder Race tem uma relação de peso/potência de aproximadamente 3kg/cv. O conjunto utilizado pela Copa Montana possui 1.310kg e potência de 350cv, o que dá uma relação aproximada de 2,53kg/cv.
Utilizando os dados da última etapa da Copa Brasil Spyder Race que aconteceu em Campo Grande (MS), comparando-os com os da etapa de 2009 onde a categoria base da StockCar V8 utilizava a “bolha” dos modelos S-10 (Chevrolet) ou L200 (Mitsubishi), poderemos notar essa superioridade.
No último ano, enquanto Julio Campos que se tornaria campeão da temporada cravou o tempo de 1min32s354, com média de 136,58km/h como pole position na capital sul-matogrossense, na última etapa o paulista Fulvio Marote cravou o tempo de 1min29s870 com média de 140km/h.
Com seu carro, Julio Campos largaria em 8º lugar na última prova, atrás inclusive do melhor colocado entre os Lights: Marcelo Campagnolo pole position na categoria Light cravou 1min31s647 (137,877km/h).
Continuar lendo: Copa Brasil Spyder Race: Mais rápido que um StockCar

A maioria das marcas já disponibiliza nos seus modelos completos ou de luxo o aparelho GPS, que ajuda muito em grandes cidades e até mesmo em estradas desconhecidas.
Mas a Ford pensou em uma coisa que outras marcas ainda não pensaram. A marca acaba de lançar no mercado do Reino Unido um novo GPS no espelho retrovisor.
Segundo a marca, o equipamento será vendido avulso e vai ser feito na medida de vários modelos da Ford e deverá custar cerca de 358 euros.
Fonte: es Auto Blog

Depois de divulgar que o Camaro comercializado no Brasil será o SS, equipado com motor V8, a Chevrolet anuncia a transmissão que irá equipar o esportivo.Trata-se da transmissão sequencial/automática de seis velocidades, exclusiva da versão SS, com as trocas de marchas feitas por meio de borboletas atrás do volante, permitindo que o motorista pilote da maneira mais esportiva possível: sem tirar as mãos da direção.
Além da transmissão de seis marchas de última geração, o Camaro virá com outra importante tecnologia: o desligamento automático dos cilindros. Em velocidades de cruzeiro, como em uma longa estrada, o sistema de gerenciamento do motor desliga quatro dos oito cilindros, trazendo ainda mais economia de combustível. Sob o capô, o Camaro SS virá equipado com o motor V8, longitudinalmente disposto, de 6.2 litros, 16 válvulas. São 406 cv a 5.900 rpm e impressionantes 55,6 kgfm de torque, a 4.200 rpm.
Além disso, o Camaro virá equipado com controle de tração, sistema que ajuda o motorista a domar toda essa cavalaria, mas que pode ser desligado, para proporcionar uma condução ainda mais esportiva.
Fonte: GM