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Dicas para a manutenção do veículo antes de passar pela Inspeção Veicular

publicado por Carlos

CatalisadorCom a Inspeção Veicular, a preocupação do motorista com a manutenção preventiva do automóvel deve ser redobrada. Dentro deste contexto, a Umicore, principal fabricante de catalisador automotivo do País, alerta para os cuidados com o catalisador. “Muitos centros automotivos realizam a pré-inspeção do veículo para verificar, além do catalisador, o sistema de escapamento, as velas de ignição, filtros e outros componentes. É muito importante que os motoristas levem seus carros para essa manutenção, pois é uma das maneiras de garantir que o mesmo estará em boas condições e poderá ser aprovado no momento da Inspeção Veicular”, comenta Carlos Eduardo Moreira, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore.

Conforme informações da Controlar em pesquisa feita junto aos motoristas na entrada da Inspeção Veicular, são poucos os que se preocupam em verificar as condições de seu veículo antes de levar seu carro para a Inspeção. Isso resulta nos atuais níveis elevados de reprovação e conseqüente perda de tempo para os motoristas, que terão que passar novamente pela Inspeção após uma manutenção.

Conforme levantamento feito pela CETESB em 2006, 24% dos veículos encontram-se sem catalisadores ou equipados com falsos catalisadores e 13% sem conversão de gases satisfatória, totalizando 37% da frota. “Só isso já justifica uma atenção do motorista para uma verificação prévia de forma a identificar a evitar uma reprovação”, avalia Moreira.

Fonte: Printer Press

Falso catalisador é reprovado na Inspeção Veícular

publicado por Carlos

catalisador
O falso catalisador traz uma série de problemas ao veículo, como o aumento no consumo de combustível e na emissão de gases poluentes no ar, podendo resultar na reprovação do carro durante a inspeção veicular, que acontece em São Paulo. Este é o alerta da Umicore, principal fornecedora da tecnologia do catalisador das marcas Mastra, Scapex, OG e Sicap. Nesse contexto, um estudo da Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental) indica que cerca de um em cada quatro automóveis do Estado de São Paulo circula com o falso catalisador ou com a peça com a vida útil ultrapassada.

“A Umicore recomenda que o proprietário procure um centro automotivo de confiança para a verificação do veículo antes de realizar a inspeção veicular, evitando gastos desnecessários e perda de tempo. Caso o carro seja reprovado nas avaliações, o motorista perde o direito ao reembolso da taxa e deve refazer a inspeção”, afirma Carlos Eduardo Moreira, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Umicore.

A retirada do catalisador é ilegal e sujeita os infratores às penalidades da legislação. De acordo com o Art. 48, de Leis de Crimes Ambientais, “alterar ou promover a conversão de qualquer item em veículos ou motores novos ou usados, que provoque alterações nos limites e exigências ambientais previstas em lei: multa de R$ 500,00 a R$ 10.000,00 por veículo e correção da irregularidade.”

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Catalisador falso é grande vilão do consumo de combustível

publicado por Carlos

Catalisador Mastra

A utilização de catalisadores falsos ou ocos não melhoram a potência do motor. Na verdade, eles aumentam o consumo de combustível dos veículos. O alerta é dado pela Mastra Escapamentos e Catalisadores, líder em tecnologia para fabricação de sistemas de exaustão.

Um veículo que não possui catalisador ou foi substituído por uma peça falsa, além de contribuir para o agravamento da poluição do ar, eleva o consumo mensal de combustível em até 20%. Conforme estudo do Sindicato de Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), o catalisador inoperante por conta de quebra, derretimento ou entupimento aumenta o consumo de combustível, que em um ano pode chegar a mais de R$ 500,00.

A conta é simples. Um carro com o catalisador dentro das especificações, que costume andar 20 mil quilômetros em um ano, com uma média de consumo de 10,5 Km/por litro, terá um consumo aproximado de 1.900 litros por ano, o que corresponde a um custo anual de R$4.845,00. Já com o catalisador falso ou vencido, o automóvel que percorrer a mesma quilometragem terá um consumo/por litro de 9,5 Km, utilizando assim, 2100 litros por ano, aumentando o gasto do motorista em R$ 510,00, pois o custo anual ficará em R$ 5.355,00. Foi utilizado como base para o cálculo que o custo anual é igual ao consumo aproximado vezes R$ 2,55 (estimativa para o valor do combustível).

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Passar com o carro em rua alagada exige conhecimento técnico, alerta o IQA

publicado por Carlos

carro alagado

Em dias de chuva, é comum o motorista ficar em dúvida se deve arriscar passar com o carro no alagamento. Então, se não souber qual é a profundidade da poça d’água, o melhor é procurar outra rota porque, dependendo do local, a água pode danificar o motor, catalisador e outros sistemas. “O prejuízo pode ser enorme”, avisa José Palacio, auditor do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), organismo de certificação acreditado pelo Inmetro e criado pela Anfavea, Sindipeças, Sindirepa e outras entidades do setor.

De acordo com o auditor, por desconhecerem a localização do sistema de captação de ar, que leva o ar até o motor, muitos motoristas arriscam passar com o carro na água e, com isso, provocam danos irreversíveis. “A sucção de água para dentro do motor produz o chamado calço hidráulico. No lugar de ar, o cilindro ‘aspira’ água, que força o pistão a comprimir um volume superior ao especificado. Quando isso acontece, pode haver o rompimento da correia dentada, empenamento de bielas e quebra do pistão e até do bloco do motor por causa da pressão da água. Isso sem contar que o motorista pode, ainda, perder o controle do veículo”, explica o auditor do IQA.

Palacio adverte que nunca se deve mudar de marcha durante travessias. É importante medir a distância do alagamento, engatar a primeira e não tirar o pé do acelerador, porque o movimento do carro vai expelir a água, evitando que a mesma entre no veículo. Se a água estiver na altura do escapamento e o motorista troca de marcha, tirando o pé do acelerador, ela invade a tubulação. Com isso, o motor para de funcionar e a água danifica o catalisador. “O certo é engatar a primeira e ir em frente até atravessar todo o alagamento”, diz. Segundo o auditor, o limite para o carro não afogar é passar com água até a metade da altura dos pneus. “Na dúvida, o melhor é buscar rota alternativa ou esperar, em local seguro, a água baixar”, diz.

Fonte: IQA